Quanto vale um silêncio.

Quanto vale um silêncio.
Depende de momentos...

sábado, 19 de junho de 2010

Duas dozes*

A nevoa densa cobre a estrada.

Porém a lua nova conquista o céu.

Quantas coisas podem ter sentido.

Quantas não...

Tudo que lhe dizem faz sentido(?)

Se pudesse sentiria este frio cortante.

Se pudesse não abandonaria seus irmãos.

Mas a covardia te consome.

Assim como esta escuridão que desse pelas colinas.

Temos todos os motivos.

Temos todas as razões, porém são poucos.

Nada é bom o suficiente, e o homem inventou o refugio.

Gosto de chamar elixir da sabedoria.

Por que a noite fria se esquenta com o ardume doce que desce pela garganta seca.

E agora não sou tão covarde.

Uso a faca de dois gumes, não por que pode me prejudicar o que é uma certeza.

Mas para que prevaleça a transparência, e a brecha para réplicas..

Tal vez estas palavras alinhadas me façam mais sentido agora.

Embora sempre pense que nuca fará pra você.

Afinal buscamos coisas diferentes todos os dias.

E todos os dias somos a mesma pessoa.

(J. café)