Quanto vale um silêncio.

Quanto vale um silêncio.
Depende de momentos...

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Páginas em branco.

Acordei mais um dia sem dormir, porque acabara de sonhar acordada, observei meu diário, mas o relógio dizia que estava atrasada – será que tenho tempo para escrever mais uma página de minha vida.
As noites são tão claras e os dias tão confusos. O diário é tão leve em minhas mãos, contudo a vida é tão pesada sobre essas páginas, mesmo assim vou escrever a respeito desta noite de insônia, por mais que o tempo me condene, eu tenho algo a dizer.
Folhei as historias sem pensar, surpreendentemente não havia mais o que escrever, porque acabaram se as folhas quanta complexidade, será, que como neste diário não tenho mais o que escrever em minha vida, entre tristezas e remorsos me vi a soluçar, quem sabe a claridade deste dia possa iluminar meu ser, folhei monotonamente procurando a existência em algo que chegara o final, mas isto é um diário. Na utopia do viver retrocedi e percebi que havia espaços vazios, ou seja, páginas em branco.

Por: Jefferson e Leandro.

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